Visão geral
Going Steady: Film Writings 1968–1969 é a terceira coletânea de resenhas de filmes da crítica Pauline Kael, compreendendo os anos 1968–1969, quando ela começou suas funções de resenhista de filmes na The New Yorker e que cobre, " um período crucial de mudança social e estética no final dos anos sessenta."
A coletânea consiste em sua maior parte de resenhas de filmes individuais, mas inclui um longo ensaio, (que apareceu originalmente na Harper's Magazine), intitulado "Trash, Art, and the Movies ", talvez o mais próximo que Kael chega de um manifesto definindo sua estética pessoal em relação aos filmes. No ensaio, Kael disseciona, compara e contrasta os méritos de filmes "trash" que são, não obstante, divertidos, assim como filmes "artísticos" que são desinteressantes. Ao fazê-lo, Kael critica filmes "artísticos" como 2001: A Space Odyssey, de Kubrick, concluindo seu tratamento daquele filme em particular declarando: "If big film directors are to get credit for doing badly what others have been doing brilliantly for years with no money, just because they've put it on a big screen, then businessmen are greater than poets and theft is art." O ensaio está dividido em dez partes, variando de discussões de The Thomas Crown Affair a Petulia. O tema predominante de Kael é desmantelar as pretensões intelectuais daqueles que depreciam filmes considerados "trash" com base em preocupações estéticas duvidosas, independentemente do apelo de entretenimento que um filme "trash" em particular possa possuir.
Outras resenhas notáveis incluem o tratamento de Kael do filme Wild 90, de Norman Mailer, sua relação com o cinéma vérité e as implicações daquela técnica de produção de filmes em particular.
Este livro está esgotado nos Estados Unidos, mas ainda é publicado pela Marion Boyars Publishers do Reino Unido.
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