Visão geral
Na mitologia grega, Mimas (Ancient Greek: Μίμας) era um dos Gigantes (Giants), o descendente de Gaia, nascido do sangue de Urano castrado.
Mitologia
De acordo com o mitógrafo Apolodoro, ele foi morto durante a Gigantomaquia, a batalha cósmica dos Gigantes com os Doze Olimpianos, por Hefesto com "mísseis de metal em brasa" de sua forja. No Íon de Eurípides (c. 410 a.C.), o coro, descrevendo as maravilhas do Templo de Apolo em Delfos do final do século VI a.C., conta ter visto retratada ali a Gigantomaquia mostrando, entre outras coisas, Zeus queimando Mimas "até as cinzas" com seu raio. Na Argonáutica de Apolônio de Rodes, e na Gigantomaquia de Claudiano, Mimas foi morto por Ares (ou, no caso de Claudiano, pelo equivalente romano de Ares, Marte). Mimas também é mencionado na companhia de outros Gigantes, pelos escritores latinos Horácio e Sêneca.
Um fragmento de um dino ático de figura negra de Lidos (Atenas Akropolis 607) datado do segundo quarto do século VI a.C., que representava a Gigantomaquia, mostra Afrodite com escudo e lança lutando contra um Gigante também com escudo (exibindo uma grande abelha) e lança, cujo nome está inscrito (retrógrado) como "Mimos", possivelmente por erro para "Mimas".
Dizia-se que ele estava enterrado sob Prochyte, uma das Ilhas Flégreas ao largo da costa de Nápoles. Claudiano menciona Mimas como um dos vários Gigantes vencidos cujas armas, como despojos de guerra, pendiam de árvores em um bosque perto do cume do Monte Etna.
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